A prevenção do abuso, outra face da fraternidade Reflexões para a elaboração do plano integral de prevenção de abusos sexuais
Conteúdo do artigo principal
Resumo
A prevenção do abuso sexual de crianças e adolescentes constitui uma prioridade na sociedade contemporânea e, de modo particular, na Igreja Católica, que tem sido afetada por múltiplos escândalos. Há mais de uma década, diversas dioceses e comunidades eclesiais vêm empreendendo ações voltadas à prevenção do abuso sexual infantil. Contudo, os resultados da pesquisa evidenciam que, em muitos casos, as diretrizes de intervenção e os protocolos de prevenção limitam-se a descrever ou estabelecer as ações a serem realizadas uma vez consumado o abuso, negligenciando a importância da criação de um ambiente protetor que o impeça de forma efetiva ou deixando de apresentar orientações concretas para o acompanhamento das vítimas após a sua detecção.
O estudo tem início com uma revisão bibliográfica sobre os aspectos fundamentais do cuidado a menores, pessoas vulneráveis e em situação de risco, com o propósito de confrontar e validar a proposta por meio das contribuições de diversos autores. Posteriormente, realizou-se uma revisão e análise qualitativa de protocolos de prevenção de abuso sexual contra menores e pessoas vulneráveis em algumas dioceses do norte da Espanha e em outras realidades eclesiais. Os resultados dessa análise conduziram a uma discussão final, na qual se ressalta a importância de um modelo integrador que contemple dimensões preventivas, reparadoras e de acompanhamento às vítimas e suas famílias.
##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##
Detalhes do artigo
Seção

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Licencia de Acceso Abierto
La Revista Ecuatoriana de Ciencias Filosófico-Teológicas adhiere al modelo Acceso Abierto en el que los contenidos de las publicaciones científicas se encuentran disponibles a texto completo libre y gratuito en Internet, sin embargos temporales, y cuyos costos de producción editorial no son transferidos a los autores. Esta política propone quebrar las barreras económicas que generan inequidades tanto en el acceso a la información, como en la publicación de resultados de investigaciones.
